quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Poesia sem nome


Às vezes tenho pensamentos sobre o fim
E isto apenas é apenas o começo
Do inevitável destino que me aguardou tantas vezes
Já nascemos morrendo e tudo que começa já tem um fim
(Apenas nos iludimos pensando em outras coisas)
Coisas que vêm e vão com o vento
Nada é realmente nosso, objetos se gastam, as pessoas e o corpo morrem
As coisas que perdemos no fogo já nasceram queimadas
Tudo e absolutamente todos voam com o vento e, eventualmente, pousam no fogo

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

FalaRapha na RadioLes

Cara fim-de-semana passado gravei meu programa com a @c_ponto e a @satinemont. Esse foi pra mixar as coisas, cortar erro, porque nem todo mundo é corajoso feito a @maeeusoulesbica pra lançar as coisas ao vivo u.u Eu serei tipos o Faustão da rádio, sabe? Quando tiver stressada vou gravar 4 pógrama de uma vez e vou de férias para a Itália.

Porra meu!

Então depois de muitos "para de cortar minha respiração ou vão pensar que sou um robô que não respira". Finalmente o programa tá pronto e vai ao ar nessa Quinta-Feira. Já estou enviando o arquivo pras CHEFONAS da Rádio pra ter a aprovação, mas poxa... Tá MUITO BOM. Não é porque fui eu que fiz, não. Tá muito bom bicho.

Queria desde já agradecer a Deborah por ter mandado seu problema pra ser analisado no meu programa! Muito obrigada linda. Quem quiser mandar seus problemas pra dra Rapha pode escrever para falarapha@gmail.com 

Quem quiser ouvir o resultado fique ligada na www.radioleszone.com.br nesta quinta-feira as 21h.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Piratas e o Menino Perdido (capítulo 3)





-Ow... James, vem cá. – chamou Simitry ao pé do mastro principal, onde ficava o cesto.
            -A capitã está chamando JG. – falou Broc.
            -Bah... Eu não quero descer. Gostou de altura. – retrucou JG sem tirar a luneta do olho.
            -James, desce. – falou Simitry entre os dentes.
            -JG é melhor você descer. – falou Broc observando Simitry lá embaixo.
            -Eu não. Ela não manda em mim. Ela é chata! – retrucou JG.
            -Menino... Desça. – resmungou Simitry de forma tão ameaçadora que alguns piratas que estavam perto levaram instintivamente as mãos as suas armas.
            -JG, querido, venha cá, por favor.  – pediu Annabell em pé ao lado de Simitry.
            -Estou indo! – exclamou JG largando a luneta nas mãos de Broc.
O menino deu um pulo do cesto de madeira, se segurando com muita habilidade em uma das várias cordas que cruzavam os mastros do navio e, praticamente planando de uma corda para outra, foi fazendo seu caminho até o chão, quase enfartando Annabell no processo.
            -Você viu? Viu como a criança é desobediente? – perguntou Simitry entre os dentes.
            -Calma, calma, Vai ficar tudo bem. Ele já está no chão.
            -Como você pode me pedir calma? Ele não me obedeceu na frente dos meus homens!
            -Você ter calma? Eu to falando comigo mesma! Ou você não viu o salto que o menino acabou de dar? – perguntou Annabell com as mãos no coração.
            -Cheguei. – sorriu JG se aproximando delas.
            -Tô vendo... – resmungou Simitry cruzando os braços.
            -JG, a Simitry vai te ensinar algumas coisas importantes para ser um pirata. Então seja bonzinho e aprenda ok? – pediu Annabell.
            -Tá bem. – sorriu JG.
            -Cuide bem dele, sim? – sussurrou Annabell se afastando.
Simitry e JG sorriam, observando Annabell descer as escadas. Assim que sua cabeça saiu de vista os sorrisos se transformaram em caretas.
            -Ótimo... Toma. – falou Simitry jogando uma espada para JG.
            -Luta? – perguntou JG.
            -Luta. – confirmou Simitry empunhando sua espada.
            -Legal! – exclamou JG ficando em guarda.
            -Hum... Você sabe lutar menino? – perguntou Simitry o observando.
            -Ahn... Não sei.
            -Não sabe? Bom... Você tava com essa espada quando te achamos, deve significar algo. De qualquer forma, você aprende. Todo pirata tem que saber lutar.
            -Eu não quero ser pirata.
            -Não seja insolente! Se um pirata é uma honra, seu... Lindo menino! – falou Simitry observando a cabeça loira de Annabell surgir das escadas.
            -Ah sim, sim. Que linda lição será esta. – concordou JG sorrindo enquanto Annabell passava para dentro de sua cabine.
            -De qualquer forma, menino, você vai aprender a lutar. – falou Simitry.
            -E você que vai me ensinar? – perguntou JG desconfiado.
            -É e, acredite pirralho, não poderia ter melhor professora. – respondeu Simitry – Agora levanta a espada.
            -Assim?
            -É. Agora tenta girar ela e... O que...
Simitry se calou diante da habilidade do menino com a espada. Ele fez hábeis movimentos com a arma, demonstrando muita intimidade e prática.
            -EM GUARDA! – exclamou JG apontando a pesada para a desavisada pirata, que se recuperou do choque a tempo de se defender de um golpe.
A cada investida do menino Simitry parecia menos surpresa e mais admirada. O menino desferia golpes dos quais um habilidoso espadachim sentiria dificuldades de se defender. Em uma luta que parecia estar empatada, Simitry e JG percorreram o deck, assustando piratas desavisados, subindo em cima de barris, se pendurando em cordas e ocasionalmente gruindo, sob o metálico barulho das lâminas se encontrando. Por um momento parecia que JG poderia realmente vencer Simitry, mas em um rápido movimento a pirata virou o jogo, encurralando o garoto em um canto do navio.
            -Nada mal. – sorriu Simitry colando sua espada na de JG, numa espécie de cumprimento.
            -AI MEU POSEIDON! Simitry, o que você tá fazendo? – perguntou Annabell correndo na direção dos dois.
            -Estou tentando ensinar o menino a lutar. – explicou Simitry.
            -“Lutar”? Tá doida? – perguntou Annabell horrorizada.
            -É, foi idéia sua! Você que disse pra eu ensinar ele.
            -Minha idéia? A minha idéia era você ensinar ele o básico sobre ser pirata. Pensei em algo como... Usar a bússola, estudar mapas, não arrancar o olho com uma espada!
Simitry deu de ombros, guardando sua espada na cintura.
            -Você tá bem, filho? – perguntou Annabell se ajoelhando na altura de JG.
            -Estou. Eu... Eu... Gostei da aula. – admitiu JG abaixando sua espada.
            -Você gostou? – perguntaram Annabell e Simitry ao mesmo tempo.
            -Gostei. Foi divertido. Podemos fazer de novo? – perguntou JG olhando suplicante para Simitry.
            -Ahn... Claro. Mas não hoje, eu tenho muito o que fazer. Amanhã ok? – propôs Simitry.        
            -Nossa, obrigada. – agradeceu JG fechando os olhinhos e abraçando Simitry pela cintura.
            -Ahn... De nada. – falou Simitry o tocando sem jeito com a ponta dos dedos.
            -Ok. Agora guarda essa espada no baú da sua cabine e não mexe nela até a próxima aula, viu? – pediu Annabell.
            -Sim. – concordou JG correndo na direção da cabine.
            -Menino doido... – resmungou Simitry.
            -Ele gosta de você. – falou Annabell.
            -Pois não deveria.
            -Ai, ai, ai... – suspirou Annabell.
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            -“C” de casa. – explicou Annabell sentada na cama, segurando um cartão com a letra “C”.
            -Casa? – perguntou JG sob as cobertas.
            -É. Casa é onde você mora. Como os piratas daqui, o Sea Phoenix é a nossa casa.
            -É a minha também?
            -Bom... Por agora é sim. Você mora com a gente e aqui é sua casa agora.
JG sorriu.
            -“D” de dedo. Como o que falta na mão de alguns piratas. “E” de espelho, como o que tem na cabine que pertence a mim e Simitry. “F” de família.
            -Família?
            -É.
            -Annabell, o que é família?
            -Hum... – Annabell observou a figura atrás do cartão onde estava estampada uma mulher e um homem abraçados, observando 3 crianças brincando perto deles – Família, geralmente, é... Bom, tradicionalmente... Olha JG, quando eu tinha sua idade me explicaram que família é uma mãe, um pai e os seus filhos. A mãe cuida dos filhos, ela é muito amável, paciente e cuida da casa. Já o pai trabalha, é mais duro, impõe disciplina e trás a comida pra casa. Mas, na verdade, família é muito mais do que isso. São as pessoas que você ama profundamente, as quais você quer bem e gosta de estar junto, partilhando das coisas boas e das ruins também.
            -Então, se o navio é sua casa, então os piratas são sua família, certo?
            -Certo.
            -E se você cuida de mim e é amável e tudo mais... Então você é minha mãe, Annabell? – perguntou JG com os olhinhos fechando de sono.
            -Bom, eu...
            -Então Simitry é meu pai? Porque ela é bem mal-humorada, sabe? – perguntou JG.
Annabell encarou os brilhantes olhos azuis do menino, seu cabelo loiro revolto, sua pele marcada por algumas cicatrizes das quais ele, assim como Simitry, por algum motivo pareciam se orgulhar muito. Seu temperamento era doce como o dela, mas o gênio era forte como o de Simitry.
            -JG, sabe... – começou Annabell, mas logo percebeu que o menino dormia – Boa noite, filho.
Com um beijo na testa e uma última ajeitada nas cobertas, Annabell se esgueirou pela passagem secreta.
            -Pensei que ia me trocar por ele. – sorriu Simitry quando Annabell encaixou seu corpo nu por trás do dela.
            -Ah pensou?
            -Pensei. – falou Simitry virando-se para ficar frente a frente com a loira.
            -E deixar a minha pirata só? – perguntou Annabell acariciando o rosto de Simitry.
            -Ah... Sei lá.
            -Nunca. – falou Annabell beijando os lábios da pirata.
            -Gostosa. – sussurrou Simitry passando as mãos pelas coxas de Annabell.
            -Que mãozinha mais sapeca. – sorriu Annabell sentindo as mãos da pirata alisarem a parte interna de suas coxas.
            -Você ainda não viu nada. – sussurrou Simitry com a boca enterrada no pescoço da loira, suas mãos alisando  o sexo molhado dela.
Annabell rebolava, roçando sua bunda no sexo de Simitry, que massageava seu clitóris com movimentos circulares.     
            -Isso, isso... – gemeu Annabell alisando os próprios seios, cujos rosados bicos estavam rijos de prazer.
            -Eu tive um pesadelo. – choramingou JG no meio da passagem secreta, arrastando um lençol pela mão direita.
As duas mulheres paralisaram na cama.
            -Mimimimi... – choramingou JG tremendo seu lábio inferior.
            -Calma, calma. – pediu Annabell se enrolando em um lençol e indo na direção do menino – Foi só um pesadelo
            -É. Eu tenho um monte deles, sabe o que é bom pra pesadelo? Voltar pra sua caminha, anda. – falou Simitry entre os dentes.
            -Mimimi.- choramingou JG com os olhos cheios d’água.
            -Ow filhote. Venha cá, venha. Conta pra mim o que aconteceu.
            -Mimi... Quero falar não.
            -Tudo bem. Deita aqui, deita. – sorriu Annabell batendo no meio da cama, entre ela e Simitry.
            -Ei, ei, ei, o que... – protestou Simitry puxando o lençol para cobrir seu corpo.
            -Agora trate de dormir porque nada de mal vai acontecer. Nós vamos proteger você. – falou Annabell alisando os cabelos de JG, que rapidamente caiu no sono.
            -Mas... Annabell. – resmungou Simitry.
            -Amor, ele teve um pesadelo, tá muito assustado pra dormir só. – explicou Annabell.
            -Mas ele tem que dormir na NOSSA cama?
            -É só por hoje. Não vai virar costume.
            -Grunf... – resmungou Simitry se virando para o outro lado da cama.
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            -Capitão! Vossa excelência, piratesa real... – falava o baixo e gordo marujo, batendo insistentemente na porta da cabine – Exuberância dos sete mares, malevolência herege...
Por pouco seu olho não foi arrancado pelo gancho que atravessou a porta. Estilhaços e pó de madeira voaram até o vidro dos seus óculos.
            -O QUE? – perguntou a voz de um homem irritado do outro lado da porta.
            -Ca... Capitão, névoa a frente. – falou o rechonchudo marujo espiando pelo buraco que o gancho abriu na porta.
            -Ótimo! À frente, com toda força! Ele será meu.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Filmes e filmes

Planeta 51:
A idéia do filme é massa: um astronauta humano acaba num planeta cheio de Aliens que vivem uma vida normal, uma versão alien da vida na terra. Então ELE, humano, que é o monstro nojento e todo mundo tem medo.

Quando li a sinopse do filme fiquei super animada, pensando que o filme seria uma ótima crítica a nossa sociedade, como julgamos as coisas erradas, como somos preconceituosos com estranhos etc.  Só que o filme consegue ser uma bosta. As piadas são quase inexistentes, o astronauta não convence, nem qualquer personagem. O Alien principal é um chato, entediante, o astronauta é convencido, chato e você não consegue gostar dele nem quando ele tenta ser legal. 

A estrela do filme é um robozinho, que me lembrou MUITO o Wall-e, baseado nas antigas Web-Cam que é super simpático e rouba a cena. Considerando que Planeta 51 é da Sony, mesma produtora dos SONÍFEROS "Tá chovendo hamburguer", "Tá Dando Onda" e aquele filme HORRÍVEL do urso que fica amigo do alce e porra como odeio filme de bicho... Eu deixo aqui meu apelo: VOLTEM A FABRICAR COMPUTADORES E DEIXEM OS FILMES DE ANIMAÇÃO PARA A PIXAR, PORRA! 
Nota: 4 de 10.


Fágiles (Terror em Mercy Falls): Taí um filme que eu curti. Graças a Deus que eu não vi que a Calista Flockhart (Ally McBeal) tava no elenco ou eu nem teria baixado o filme. Tenho total abuso da boca de buceta dela e do fato dela ser magra como o Eskeleto do He-Man, mas enfim... 

O filme fala sobre um antigo hospital infantil numa ilha remota da Inglaterra. O hospital tá pra fechar e todas as crianças serão transferidas para um novo e melhor lugar. Até aí tudo bem, só que começam a acontecer coisas inexplicáveis: crianças se machucam por nada, barulhos no andar de cima e todas aquelas coisas que se acontecem num filme de terror.  

O grande destaque do filme é que as pessoas agem como PESSOAS REAIS e não como completos RETARDADOS como as pessoas de filme fazem! Ah teve uma série de assassinatos estranhos e fecharam o segundo andar do prédio? Beleza, ninguém sobe lá, porque deve ser assombrado e nem vamos reabrir a porra. Caralho tem algo acontecendo com as crianças? Vamos tirar ela daqui logo, né?  Ah as crianças tão falando que tem uma menina-fantasma falando com elas? Taí outro motivo pra gente sair desse lugar, heim?  Nada de heroísmo idiota, nada de ignorar as crianças. Amei! 

Nota: 8/10

Martyris: Temo. Pedi uma indicação de filme no Twitter me mandaram baixar ele porque era terror, era em francês, beleza. Mas nossa... Que filme carniceiro O.o A trama é boa: Luce é presa e torturada quando criança, consegue fugir do cativeiro e é levada para um orfanato, mas tem vários traumas dessa época. Ela consegue uma melhor amiga (uma sapinha que queria comer ela, mas a ama demais) e, depois de grande, acha as pessoas que a torturaram. Luce tá puta, Luce quer vingança... 

Na verdade eu gostei do filme em si. Gostei das falas profundas por trás de tanta violência. O único problema é que é tanto sangue, tanta violência que eu tive que assistir o filme adiantando as partes com dor, sangue, cortes, mutilações, escalpelamento, etc.

Destaque para a "Mademoiselle" que consegue roubar a cena com os seus diálogos profundos e seu ato final de suicídio. "O que você acha que vem depois da morte? Então continue duvidando".
Nota: 7.5/10 

O Livro de Eli: Se aquele filme fubento "A Reconquista" é a cientologia nos cinemas, "O Livro de Eli" é uma tentativa frustrada dos católicos ficarem bem na fita, só pode. 

Primeiro que ODEIO filmes pós-apocalípticos porque, por algum motivo, a terra SEMPRE vira um grande deserto e eu odeio desertos porque tem muito sol e eu odeio muito sol porque queima a pele e eu odeio queimadura u.u E o filme se passa justamente nesse tipo de mundo meio Mad Max onde o povo é feio, usa tranças, roupas fubentas e ninguém toma banho. Blé...

Então temos Eli, uma espécie de Jedi do mundo pós-apocalíptico, que tem um livro e quer levar esse livro para o Oeste. Segundo ele, Deus disse onde achar o livro porque geral queimou as bíblias do mundo e essa dele é a última e ele tem que salvar e... Enfim...

Por algum motivo (e minha namorada não parava de falar "Que crítica, que crítica" durante esta parte do filme) um homem que era "prefeito" de uma cidade queria MUITO uma bíblia para motivar o povo a fazer as coisas pra ele usando a palavra de Deus. Quer dizer... Nego tem nem criatividade pra fazer os próprios discursos e inventar as coisas, tem que usar o que é usado a mais de 2000 anos, é realmente o fim do mundo... Daí ele tem um trabalho FILHO DA PUTA pra caçar Eli, pegar o livro e no fim descobre que a porra tá em braile. Meu... Cês já viram alguma coisa em braile? Quando eu era professora de inglês ensinei uma deficiente visual e ela tinha que carregar DOIS livros ENORMES no lugar do livretinho impresso das pessoas "normai" porque o dela era em braile. Nego quer me fazer acreditar que uma BÍBLIA INTEIRA cabe naquele... PANFLETO que Eli tava carregando? Má nem pela buceta da Angelina Jolie!

Outra coisa: que PORRA a Jennifer Beals tá fazendo como cega nesse filme? Minha senhora... Deixe sua imagem imaculada como Bette de TLW e pare de fazer filme ruim.

Nota: 6/10

...

Gente, lembrando que em Setembro estréia o "No Divã com a Rapha" na Rádio Leszone e a participação de vocês é muito importante. Quem tiver algum problema amoroso, saída do armário, problema com os pais ou qualquer tipo de conflito inter-pessoal ou só quiser opinar, mandar dicas e sugestões para quadros, mande um e-mail para falarapha@gmail.com